À deriva

Fomos caminhando em lados opostos. Tu, na tua leveza aparente, empurrando os medos para dentro, fingindo que o aperto constante na garganta não estava lá. Demasiado inconsciente, demasiado arriscado.

Eu, sentindo-me a dançar numa nuvem de pó, submersa e arrastada com força pelo vento, às apalpadelas e aos encontrões fortuitos com a vida, com o bom e com o mau.

Na deriva.

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~ por Gaivota em 31 de Maio de 2016.

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